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Dia da Língua Portuguesa

Comemora-se, na presente data, o Dia Internacional da Língua Portuguesa.

De entre as palavras dos povos lusófonos, que orgulhosamente fazem da língua portuguesa a sua pátria, que me assaltam constantemente o pensamento, destaco a palavra “saudade”.

Sendo esta uma das palavras etimologicamente mais ricas e simultaneamente que mais sentimento em si carrega, o que a torna uma palavra “exclusiva” nossa, é a que melhor reflete o espírio lusófono nestes tempos conturbados que vivemos.

De facto, esta pandemia privou-nos de muitas coisas (umas essenciais, outras nem tanto), mas acima de tudo, privou-nos do prazer da presença física das pessoas.

“Saudade”, sim, temos saudade! Temos saudade de ser e de estar, mas acima de tudo, temos saudades de abraçar!

Todavia, é neste contexto de adversidade global que, de imediato, outra palavra da língua portuguesa me acomete o pensamento: a palavra “esperança”!

Esta é, de facto, outra palavra que os povos lusófonos tão bem entendem, pelos mais diversos e variados motivos!

Temos esperança que é possível ultrapassarmos este momento de histórica contrariedade que o mundo enfrenta, temos esperança que é possível o regresso à normalidade que conhecíamos, mas para tal é necessário cada um de nós seja um agente ativo no combate ao COVID-19, porque quanto mais rápido esta pandemia estiver controlada, mais depressa concretizaremos a nossa “esperança” e satisfaremos a nossa “saudade”!

“É duro lutar para que a esperança, semeada em terra seca, cresça… mas quem acredita e faz tudo o que de si depende, chega quase sempre a alcançar o fruto da sua fé” – José Luís Nunes Martins, in “Pilar”.

José Pereira

Presidente da Direção da UTFPL

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